Resposta rápida: própolis é a resina que as abelhas produzem a partir de resinas de plantas, cera e enzimas para proteger a colmeia. O extrato é tomado em gotas diluídas em água, 1 a 2 vezes ao dia, na dose do rótulo. Na tradição, é usada no cuidado da garganta e nas trocas de estação. Quem tem alergia a produtos de abelha deve evitar, e ela não substitui tratamento médico.
As abelhas coletam resinas de brotos, cascas e folhas, misturam com a própria cera e com enzimas da saliva e usam o resultado para vedar frestas e proteger a colmeia contra fungos e bactérias. Essa massa é a própolis. A composição muda conforme as plantas da região: no Brasil, a mais conhecida vem do alecrim-do-campo, um arbusto do Cerrado e da Mata Atlântica, e dá origem à própolis verde.
Entre os compostos da própolis estão flavonoides, ácidos fenólicos e pequenas quantidades de óleos essenciais. É por eles que a própolis tem o sabor amargo, o aroma resinoso e a cor que vai do verde ao marrom escuro.
| Tipo | Origem | Sabor e cor | Quando escolher |
|---|---|---|---|
| Verde | Alecrim-do-campo, principalmente Minas Gerais e São Paulo | Verde-escuro, amarga e intensa | É a mais estudada e a mais concentrada em compostos próprios, como a artepilina C |
| Marrom | Várias plantas, em todo o país | Marrom, sabor mais suave | Para o uso diário de quem não gosta do amargor da verde |
| Vermelha | Mangues do Nordeste, da planta rabo-de-bugio | Vermelha, aromática | Menos comum e mais cara; para quem quer variar |
O Extrato de Própolis da Essências Brazil é de própolis verde, de apiários parceiros.
No rótulo, procure o teor de extrato seco: ele indica quanta própolis está dissolvida no líquido. Quanto maior, mais concentrado e mais amargo é o extrato.
Na tradição popular, a própolis entra em três momentos: no cuidado da garganta irritada, nas trocas de estação e depois de uma gripe, como apoio ao organismo, e nos cuidados com a boca. Em laboratório, extratos de própolis mostram ação contra bactérias e fungos e atividade antioxidante. Em pessoas, os estudos ainda são pequenos e variam muito conforme o tipo de própolis e a dose.
Por isso a própolis entra como um hábito de cuidado, não como remédio. Febre, dor de garganta forte ou sintomas que duram mais de alguns dias pedem avaliação médica.
A água fica esbranquiçada quando você pinga o extrato. É normal: as resinas não se dissolvem em água e ficam em suspensão. Não tome o extrato alcoólico puro, porque o álcool e a resina ardem na boca e podem manchar os dentes com o uso frequente.
Frasco bem fechado, em local fresco e escuro. O extrato alcoólico dura bastante, mas confira a validade no rótulo. Se cair na roupa, lave na hora: a resina mancha.
A verde é a mais pesquisada e a mais concentrada em compostos próprios do alecrim-do-campo, mas tem sabor forte. A marrom é mais suave e serve bem para o uso diário. As duas são tomadas do mesmo jeito.
Pode, na dose do rótulo, por períodos. Muita gente usa por algumas semanas nas trocas de estação e para. Em uso contínuo, converse com um profissional de saúde.
Não antes de 1 ano. Depois disso, apenas com orientação do pediatra, de preferência na versão sem álcool e em dose menor.
Existem cosméticos com própolis para pele oleosa, mas o extrato em gotas é um produto para consumo. Não passe o extrato alcoólico puro no rosto: ele resseca e pode irritar.
Porque as resinas não se dissolvem em água e ficam em suspensão, formando uma névoa branca. É sinal de que o extrato tem resina de verdade.
Este conteúdo é educativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde.